
A peça será apresentada no Auditório da Universidade do Minho em Guimarães
A Não perder!!!
Rosa, Esperança é um movimento que dá voz e rosto a tantas mulheres que, em silêncio,ou não, lutam dia após dia contra o cancro da mama. Todos juntos, nunca seremos demais para falar desta causa, para partilhar, ouvir e ajudar quem luta contra esta doença e de nós precisa. O "Movimento Rosa, Esperança" quer inundar Portugal de vida, alegria, esperança. Quer devolver o Glamour a todas as Mulheres que estão ainda a percorrer a sua caminhada.
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Quem não gosta de colocar uma corzinha nos lábios? Nem que seja apenas pontualmente... e mais ainda se se atravessa uma fase em que a imagem mexe com a auto-estima.
Para quem possa ter dúvidas com o uso do batom (todos os cuidados são poucos), esta noticia é esclarecedora. E para que os receios não sejam factor para não estar com uns lábios bem realçados - e consequentemente um rosto mais alegre - seja com uma côr mais viva ou não... até porque, com o fim do verão não deve haver espaço para não continuar bonita!
E como tantas vezes este gesto é o bastante para levantar o astral... o rosto fica logo diferente. E se alguma está em tratamentos porque não experimentar na próxima saida, se não for um hábito, e surpreender? Porque não?!
Bjos a todas
Eis um pequeno filme de apresentação da peça teatro "Rosa, Esperança" - projecto mulheres e o cancro da mama.
Apenas uns segundos do que pode ver em palco.
Tem imagens fortes, para falar de um tema também ele muito forte... No final, a festa da VIDA, é a mensagem que ser quer transmitir.
Esperamos por todos os que queiram estar connosco e participar nesta festa de Vida e Vitória. Vale a pena estar presente. Com uma irmã, mãe, filha ou amiga... com um pai, irmão, filho, maridoou namorado... A mensagem é para todos, porque o cancro não descrimina e não é exclusivo das mulheres. E porque os homens que estão na nossa vida são também companheiros na doença.
As datas já agendadas para este ano são as seguintes:
19 e 20 de Setembro - Rio Maior
26 de Setembro - Ovar
3 de Outubro - Faro
10 de Outubro - Santiago do Cacem
24 Outubro - Viana do Castelo
31 de Outubro - Guimarães
7 de Novembro -Benavente
14 de Novembro -Samora Correia
5 de Dezembro - Leiria
Bjos a todas
Rastreios de cancro
Os rastreios de cancros, também designados por rastreios oncológicos, são realizados com o objectivo de detectar e resolver alterações no corpo humano, numa fase em que as pessoas ainda não apresentam queixas (fase assintomática), evitando, dessa forma, a progressão dessas alterações para cancro.
Não.
Na verdade, são muito poucos os cancros que é possível, e faz sentido, rastrear. Só faz sentido rastrear cancros que:
- apresentem um período assintomático longo;
- apresentem alterações que possam ser detectadas na fase assintomática;
- possuam tratamento dessas alterações que conduza efectivamente a um melhor resultado final; - possuam testes de rastreio com qualidade, acessíveis e aceitáveis para os pacientes;
- possuam tratamento aceitável para os pacientes.
Infelizmente, uma parte significativa de cancros não possui estas características.
Sim.
Sempre que uma pessoa é submetida a um teste médico (p. ex. uma análise, um raio x, uma biópsia…) corre alguns riscos. Eis alguns exemplos desses riscos:
- Sempre que efectuamos um raio x estamos a submeter o nosso organismo a uma certa dose de radiação. Estas radiações têm alguns efeitos secundários e podem ser indutoras de cancro.
- Qualquer teste pode dar um falso positivo ou um falso negativo, o que induz as pessoas em erro. Um erro natural, uma vez que apesar de todos os desenvolvimentos tecnológicos do mundo actual, ainda não existem meios de diagnóstico perfeitos. A Medicina não é uma ciência exacta, mas sim uma ciência de probabilidades.
- Um falso positivo pode induzir o paciente num estado de ansiedade e preocupação e muitas vezes é necessário recorrer a exames mais invasivos o que também acarreta desconforto físico para o paciente.
- Um falso negativo pode contribuir para o atraso de diagnóstico e impedir dessa forma o tratamento atempado.
À luz dos conhecimentos científicos actuais, há três cancros que faz sentido rastrear:
- Cancro da mama: recomenda-se o rastreio das mulheres dos 50 aos 69 anos através de mamografia, de 2 em 2 anos.
- Cancro do colo do útero: recomenda-se o rastreio das mulheres com actividade sexual, pelo menos entre os 30 e os 60 anos, através da citologia cervical (papanicolau), de 3 em 3 anos, após dois exames anuais negativos.
- Cancro do cólon e do recto: recomenda-se o rastreio das pessoas dos 50 aos 74 anos, através de pesquisa de sangue oculto nas fezes, anual ou de 2 e 2 anos. Um método alternativo de rastreio é a colonoscopia total.
Actualmente, discute-se se fará sentido rastrear o cancro da próstata. A decisão de rastrear ou não este cancro através da análise do PSA (antigénio específico da próstata) deve ser ponderada especificamente entre o paciente e o seu médico.
Carlos Martins
Núcleo de Actividades Preventivas da APMCG
Departamento de Clínica Geral da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto
Uma informação de Carlos Martins sempre oportuna, porque embora o rastreio não seja um procedimento recente a responsabilização de cada uma de nós deve ser-nos dada. A idéia de antecipação ao cancro deve estar presente todos os dias.
O rastreio, quando possivel, deve ser efectuado pela população no geral, não apenas pela população de risco. Não há desculpas para não o fazer, há programas de Rastreio gratuitos, feitos apartir de unidades móveis, que se efectuam já, em todas as Áreas Regionais do país.
Basta estar atenta...
Bjos a todas
Ministério da Saúde vai pagar incentivos aos médicos
"O coordenador nacional das doenças oncológicas, Pedro Pimentel, anunciou que vai ser criado um programa para resolver as listas de espera para cirurgia na área do cancro, em especial para os casos em que os tempos de espera ultrapassam os tempos legais.
Segundo aquele responsável, o programa passa pela "atribuição de incentivos aos médicos" e deverá arrancar já no próximo ano.
A prioridade dos casos está a ser avaliada pelas estruturas do Ministério da Saúde.
Em estudo estão dois critérios: casos mais complexos de tratar, como o cancro da cabeça e pescoço, pâncreas, estômago ou esófago, ou, em alternativa, casos em que se verifica um maior número de doentes, como sejam os cancros da mama ou da próstata.
Em cinco dos 11 hospitais que fazem 65 por cento das operações contra o cancro os tempos de espera ultrapassam o recomendado em cerca de 40 por cento dos casos. Por exemplo, o tempo de espera para uma cirurgia ao cancro da próstata atingiu os 41 dias, já o da neurocirurgia chega aos 81 dias".
Porque a familia do cancro é vasta... uma noticia interessante e que esperamos seja posta em prática rápidamente. Quer nos casos mais complexos, quer em todos os outros porque todos são urgentes e "complexos".
Bjos a todas
- Coimbra
- Lisboa
Há ainda hospitais, que a pedido da doente pode facultar peruca. Caso seja esta a opção deve informar-se junto do mesmo e saber quais os procedimentos a tomar. Muitas das casas que vendem perucas têm acordos com as entidades hospitalares, o que pode significar facilidades de apoio social. Existem também, nalguns casos acordos com vários sistemas de segurança social, deve-se obter informação neste sentido antes da compra para se poder beneficiar do mesmo.
Espero que esta seja uma informação útil. Esperamos enriquecê-la com a experiência de quem nos visita e ajudar quem nos procura.
Bjos